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Blog do Falcão


VIRGEM!!

Essa criatura aí da foto é a famosa Caroline Miranda, que ora prepara ensaio senso-pornô para uma revista idem. Até aí tudo bem. Mas o que me encafifou o pensamento, foi a moça ter declarado que é virgem e que toma uns birinaites pra poder criar coragem de posar arreganhativamente. Então eu pergunto: Onde ela mora não tem homem, não? Pois nas proximidades da minha casa uma sujeita desse calibre, nua e embrigada, perde o cabaço em menos de cinco minutos!

Outrossim, vale dizer que a dita cuja é sobrinha da cantora, dançarina e política Gretchen. Gretchen essa, que outro dia eu vi na TV dizendo que não fala sobre o tal filme pornográfico que protagonizou recentemente. No que eu concordo, pois lá no filme, ela também quase não falou,... só gemeu.

*A galinha foi-se chegando ao galo e perguntou: "Cadê o pinto?"



Escrito por Falcão às 08h48
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SUJEITO FÉXION

Emboramente diga-se cobras e lagartos, e um vasto cabedal de impropérios sobre esse tal Robert Mugabe, ditador lá no Zimbabwe - os americanos então, capitaneados pelo fuleirageman George W. Bush, estão escarrando e cuspindo na figura do sujeito -; há que se dar uma certa razão a isso, aquilo e aquilo outro que se diz do negão ditador, poi o bicho é cheio de mumunhas e peripécias engabelativas pra cima do povo da antiga Rodésia. Porém, há também que se reconhecer a "catiguria" fashion no vestir desse cidadão. O cara tem um quê falconético e é mais in, descolado e antenado, em matéria de indumentária, que a maioria daqueles costureiros que apresentam suas obras no São Paulo Féxion Uíque e congêneres.

Diria eu, com uma pitada de orgulho, que é justamente na minha maneira supimpa de trajar, que se inspira o Mugabe. Explico: É que com as transmissões internacionais tanto da Rede Globo, como da Record, o cara, que como ditador e manda-chuva daquelas paragens, não deve ter muito o que fazer, e deve passar o dia inteiro a coçar o respectivo saco escrotínico e a enfiar peido em cordão; fica nesse não-fazer-pôrra-nenhuma e aí (parece que eu tô é vendo), liga a tv, fica ali zapeando...e pá, um dia me viu, achou maneiro, sentiu que seguindo minha moda poderia até influenciar mais o mulherio no sentido encarcativo, e aderiu. No que fez muito bem. É no mínimo um sujeito féxion, esse Robert.

*Toda roupa veste um nu/ Menos gravata e colete/ Porque não cobrem o cacete/ Nem a regada do cu.



Escrito por Falcão às 12h56
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QUANTO TEMPO!

     

       O leitor queira desculpar esse bloguista, é que foram tantos contratempos, reviravoltas, óbices, vindas e idas, idas e venidas, obnubilamentos, estorvos e astravancamentos ( e até, confesso, um certo teor preguiçativo), que eu quase perco a carroça da história que insiste em passar em nossa porta diuturnamente. Nesse ínterim (Arre égua!), eu pude, aqui e acolá, dar uma passada por aqui e notar que, pelo menos, alguns fiéis clientes cativos não deixaram este espaço mergulhar no profundo poço do esquecimento, tais como:  

       Voraz, Tiago, Maísa Vasconcelos, Zeh Bubu, Neto, Azazel, Arenoso, Waldemir Amaro, Misael França, Rita Dutra, Giggio Limone, Lenin Medêra, Francisco Cuoco, Mané, Thiago de Góes, Zé Roberto Rodrigues, Juliana Shirley, Marco David, Ana Jardim, Kleber Robson, Luis Aragão, Theleon, Ângelo, Regina, Cat, Fabiana, Almir Espíndola, Newton Colcetta, Juliana Leal, Samir, Ali Ben Nab Unda, Bruno Oliveira, Valdênio,  e Marcos Braga. 

         Todos, criaturas do mais alto bom senso, catilogência estética, bom gosto e sensibilidade artística, sem falar na absoluta falta do que fazer para poder aqui transitarem. A esses abnegados da minha obra e das artes em geral, prometo que conforme seja o meu dispor temporal, visitarei seus blogs e/ou penetrarei em suas respctivas caixas postais, em breve.

          Então, são tantos os assuntos sobre os quais vocês (eu sei), esperam uma opinião abalizada desse guru que vos fala que eu, atubibado com essa tal lei seca para motoristas molhados, exibo a foto aí embaixo só pra bater o centro de uma reflexão futura:

Foto "chupada" do caronas.zip.net

          *Não vi, mas em compensação, não sei o que é.



Escrito por Falcão às 11h02
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CRAQUE NA PUTARIA

Ronaldo, o fenômeno, baladeiro juramentado, foi desta vez embrulhado numa intricada suruba viado-raparigal. Segundo ele e a polícia carioca, houve tentativa de extorsão e tudo o mais. E, conforme eu ouvi na mídia fofoqueirista, o dito cujo só reconheceu que as meninas eram bibas, depois de três horas no relabucho! Será?... Certo está quem disse que Ronaldo precisa saber que, em matéria de putaria, o craque mesmo é o Romário.

Vendo esta notícia, eu me lembrei do que aconteceu com um amigo meu, cuja peripécia eu até relatei numa música ainda inédita. Olha a letra aí:

Um amigo meu, cabra macho lá da Paraíba

Que foi morar em São Paulo na década de setenta

Acostumado a só fazer sexo com sua jumenta

Chegando lá, foi pra zona atrás de uma rapariga.

 

Conheceu ali uma dona e quis logo dar-lhe um grau

Levou a moça para um motel, depois de umas canas

E no local, já estando os dois nus em cima da cama

Foi que ele viu que a criatura era homossexual.

 

Olhou aquilo e quis saber na mesma hora:

- Essa coisa, aí pendurada, é da senhora?

Ela disse: É sim e, na verdade, meu nome é Honório.

 

Ele, então, examinou de perto aquele negócio

E sem demonstrar dúvida e nenhum remorso

Disse: - Menina, eu vou usufruir desse seu acessório!

 

        * Para a mulher muito galinha, até os ovos atrapalham.

 



Escrito por Falcão às 12h11
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                        PEREIRO-CE

Que Pereiro, minha terra natal, é pródiga em exportar para o mundo gente boa, bonita, inteligente e simpática, todo mundo ( e mulher de 'seo' Raimundo) já sabe, eu sou prova viva de tal afrmativa. Aquele recanto serrano já viu nascer verdadeiros artistas e intelectuais. Não citarei aqui ninguém (além de mim mesmo), pra não esquecer alguns e melindrar outrem. Porém revirando o iutúbi, vejam que maravilha de dupla - JARDEL e DANDRIELE -, encontrei. Dêem uma olhada e depois digam se os meninos não são a fina flor do abacaterol em matéria de afinação e tudo mais.

* Não basta trocar meia dúzia por seis. A questão é saber se a dezena ainda vale dez.



Escrito por Falcão às 10h11
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                 PELO BEM DA HUMANIDADE

                    Eu que sou um cara altamente preocupado com o futuro da humanidade e a continuação da espécie, vivo, penso e ajo no intuito de criar e prover artifícios e artefatos para não deixar a vaca homo-sapiense adentrar ao brejo. Ou seja, não só me ponho à disposição, para a qualquer hora do dia ou da noite, atuar procriativamente e povoar a face do planeta com habitantes saudáveis, bonitos e inteligentes; como já idealizei vários planos, máquinas e engenhocas no sentido de confortabilizar e propriciar o bem viver neste planeta, tais como:

  • Carro movido à vezes;
  • Máquina de mandar políticos à puta-que-os-pariu;
  • Calçadas rolantes;
  • Palito de fósforo com duas cabeças;
  • Papel higiênico com histórias em quadrinhos;
  • Etc.

                 Tudo isso na mais sincera intenção de amenizar os estragos causados pelo estresse, a poluição, o caos no trânsito, o BBB, as CPI's, o buraco na camada de ozônio, o aumento do nível dos oceanos, as dores corníferas e a câmara municipal.

          * Darwin errou feio. Um amigo meu tem um macaco que durante vinte anos não mudou nem de comportamento.



Escrito por Falcão às 14h32
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           AS CUECAS DO ABADIA

                  

              Se alguém, seja lá quem fosse, ou algum cupincha meu me contasse eu não acreditaria. Razão tinha mestre Branchur, que dizia: "Se a fuleiragem no Brasil não existisse, precisaria ser inventada" É muito surrealismo! Como é que um povo é tão assim mais-ou-menos, que sai de casa pra ir se engalfinhar, se esgoelar e arengar pelas cuecas usadas de um bandido altamente pereba que nem esse tal Abadia? Tudo bem que no bazar tinha lá uns objetos de valor - tvs, dvds, câmeras, perfumes, roupas, sapatos e outras catrevagens -, que até podiam ser adquiridos a preços módicos, mas o difícil é cada cidadão, que comprou qualquer grafunche ali, conviver com a energia piramidalmente negativa entranhada naquelas coisas. Eu não queria nem de graça!

              Agora, veja bem você, que por acaso comprou e vai usar uma daquelas cuecas: O caé contido numa daquelas peças é tão pesado, que é capaz de lhe dar sucessivas cãimbras no anel anal, amofinar seus testículos, inutilizar seu bilau em matéria de potenciamento levantativo, transmitir-lhe uma camada de chato, além de lhe deixar com uma curuba crônica, semelhante a que deu em Elias Lulu, amigo meu, que passou um mês sem poder defecar e morreu rindo. 

               * Eu não sei o que é errado, mas também não sei o que não é certo.

 



Escrito por Falcão às 16h58
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HENDRIX

Folheando, neste domingo cavernoso, o Bregorama, blog muito ótimo demais, por sinal - Veja link nesta página -; vi naquele diário a dúvida, pertinente, de sua escriba, a respeito de eu ser ou não ser fã de Hendrix. Claro que sou! E o trecho da música Prometo não ejacular na sua boca (Pelas marcas de pneu em suas costas/Eu vejo que você andou se divertindo), é realmente uma citação literal de Crosstown Traffic (Tire tracks all across you back/I can see you had your fun), de Jimi Hendrix.

Aliás, minhas influências rockistícas são tantas, que o próprio título dessa canção eu fui buscar numa composição do, também meu ídolo, Frank Zappa.

Depois eu conto outras influências, citações, homenagens e chupações em toda minha obra lítero-lírico-musical.

*Um estudo sobre o analfabetismo revelerá que, em certos casos, saber ler é uma merda.

 



Escrito por Falcão às 17h10
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                   DO CAIXÃO

Este indivíduo que figura ao meu lado na chapa fotográfica acima, trata-se, como todo mundo e a mulher de "seo" Raimundo já sabem, de José Mojica Marins, o famoso e famigerado ZÉ DO CAIXÃO; sujeito supimpa, artimanhoso e tenebroso, que detem mandato e procuração das trevas para versar, articular e deliberar sobre tudo quanto é mumunha em matéria de assombramento, alma penada, visagens e congêneres.

Tive eu a subida honra de dividir o palco com essa criatura luciférica e sui gêneris, lá no Centro Cultural do Banco do Brasil, em São Paulo, quando na ocasião foi tirado o instatâneo acima: meados de 2006, eu acho.

Agora o homem, segundo me informou Afrodísio Fru-Fru, está para estrear programa televisivo no canal Brasil. Sucesso ao Coffin Joe.

 

                              OUTRO

Outro que também anda envolvido nessas coisas do além é meu amigo AUDIFAX RIOS, grande escriba de Santana do Acaraú - Ce, que agora, 17/04/2008, lança o último livro da Trilogia do encantamento, contando, realisto-fantasticamente, a estória de Aparício Sansão, um sujeito que tinha a mania de morrer e desmorrer na maior categoria. Ah! O livro chama-se, justamente, VOE COMIGO QUANDO DESMORRER, e eu já li o bicho todim, antes mesmo dele ser impresso, num privilégio que me facultou o autor.

* Quando eu fizer ponto final, pode até ser que eu esteja começando.

 



Escrito por Falcão às 10h19
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NO CUME

No alto daquele cume

Plantei uma roseira

O vento no cume bate

A rosa no cume cheira

 

Quando vem a chuva fina

Salpicos no cume caem

Formigas no cume entram

Abelhas do cume saem

 

Quando cai a chuva grossa

A água do cume desce

O barro no cume escorre

O mato no cume cresce

 

Então quando cessa a chuva

No cume volta alegria

Pois torna a brilhar de novo

O sol que no cume ardia.

 

 

Muita gente boa supõe que essa magnífica e supimpa pérola literária seja de minha autoria. Porém, eu apenas fiz uma melodia para a dita cuja, a qual gravei no CD “Do penico à bomba atômica”, e ela tornou-se um dos grandes clássicos da MPB do B – Música Popular Brega do Brasil.

Essa lindeza de poema, vi eu, pela primeira vez no livro Ceará Moleque, de autoria de Plautus Cunha, já desencarnado. E é justamente o Plautus retrocitado aí atrás (vixe!), que figura lá no meu CD como autor de tal poesia.

No entanto, após o lançamento, e estrondoso sucesso da peça lítero-musical, pipocaram i-meios em minha caixa, reclamos, reprimendas e admoestações, de gente dos quatro ventos, relatando haver outros vários autores para a obra.

Então, sem mais nem menos, adentrei-me em tarefa internet-pesquisativa, no intuito de elucidar a verdade cristalina e estereofônica, de forma que durante dias só o cume interessava. Aí, descobri que, na rede pululam inúmeras versões  d’O cume. Mas, porém, a verdade parece que está no saite germinaliteratura.com.br; lá encontra-se o original de Laurindo Rabelo:

 

 

AS ROSAS DO CUME

 

No cume da minha serra

Eu plantei uma roseira,

Quanto mais as rosas brotam

Tanto mais o cume cheira.

 

À tarde, quando o sol posto,

E o vento o cume adeja,

Vem travessa borboleta,

E as rosas do cume beija.

 

No tempo das invernadas,

Que as plantas do cume lavam,

Quanto mais molhadas eram

Tanto mais no cume davam

 

Mas se as águas vêm correntes,

E o sujo do cume limpam,

Os botões do cume abrem,

As rosas do cume grimpam.

 

Tenho pois certeza agora

Que no tempo de tal rega,

Arbusto por mais cheiroso

Plantado no cume pega.

 

Ah! Porém o sol brilhante

Seca logo a catadupa;

O calor que a terra abrasa

As águas do cume chupa!

 

E o esclarecimento: “estes versos constam do livro Poesias livres, de Laurindo José da Silva Rabelo (Poeta Lagartixa. Rio de Janeiro, 1826-1864), publicado em folheto, em papel ordinário e por uma livraria-editora anônima do Rio de Janeiro, provavelmente em 1882. Foram tão populares em fins do século XIX, que chegaram a Portugal  em cópias manuscritas, mais do que clandestinas, sendo gravados em disco no início do século, por duas vezes, pelo menos, sob a indicação de “poesia carnavalesca”. Quem dá conta desta informação é José Ramos Tinhorão, no livro História social da música popular brasileira (São Paulo; Editora 34, 1998). Foram gravados em música, também, no Brasil, por Falcão, no CD Do penico à bomba atômica (2000), com o nome de “No Cume”, de autoria (?) de Falcão e Plautus Cunha".

 

* Se eu disser que pedra é pão, passe manteiga e jogue fora!

 



Escrito por Falcão às 11h34
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PIRATA

Júlio Trindade, o português mais cearense do mundo, comandante-em-chefe do Pirata Bar (A melhor segunda-feira do planeta), pelo tele-móvel me avisa que, exatamente neste fevereiro que finou-se, completaram-se dez anos da inauguração do meu saite oficialmente pirata, sem nunca ter sido mudado em uma vírgula sequer. E decreta: "Não mudaremos nada, pelo menos nos próximos cem anos". E eu, que há muitos verões não entrava lá, fui revê-lo. Apesar de pré-histórica, a página tem coisas interessantes. Lá o freguês vê o famoso peru do Falcão, uma biografia do locutor que vos fala e ainda consegue imprimir a carteira do PCB do B, partido que nós fundamos naqueles idos; entre muitas outras coisas. Vá lá - www.pirata.com.br/falcao

             * No começo tudo é início.



Escrito por Falcão às 21h13
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TODO NU TEM UM QUE DE DESPIDO 

 

 

 

 

O internauta/leitor Eduardo Jacob, de São Paulo me manda imeio com o seguinte teor perguntativo:

 

“Falcão,   

O que você, do alto dessa sua extrema sabedoria,

acha da lei mexicana que proíbe as pessoas

de andarem nuas dentro de suas próprias casas?

Será que essa lei pegaria no Brasil?”

 

E eu, sem mais nem menos, respondo:

Caro Eduardo, de um modo assim um tanto ou quanto curto e sem nenhuma delonga iniciativa, devo lhe dizer que o legislador mexicano, que introduziu tal lei no cotidiano daquele povo irmão, tem e não tem razão; e daqui a pouco, eu, pessoalmente, lhe explicitarei os porquês, os poréns e os todavias dessa minha afirmativa, quando na ocasião porei todos os pingos nos is e, igualmente, puxarei as pernas dos respectivos ipsilones.

Antes, porém, vamos à dita cuja lei, que alvoroçou meio mundo na terra do Chaves. Seguinte: O caso se passa justamente em Villahermosa, 600 km a sudeste da Cidade do México, e a resolução diz que os moradores daquela comunidade que andarem nus dentro de casa, espionarem seus vizinhos ou participarem de festas particulares sem ser convidados poderão sofrer punições como multas e/ou prisão.

Tais punições foram aprovadas pelos vereadores (Só podia ser!) do lugar, o que não deixa de ser - na ótica desse locutor que vos fala -, uma demonstração mais do que convincente da falta do que fazer por parte dessa gente legisladora; coisa corriqueira lá, como aqui e em alhures.

Essa lei, antinudista interna edilesca, carrega no seu bojo um lado ruim e um outro lado bom, explico: Ruim porque tolhe o cidadão no seu direito de ir e vir, vestido ou pelado, dentro do sagrado recesso do seu lar, procedimento do qual ninguém tem nada a ver; e bom porque quem está de fora, cidadão também, não é obrigado a ficar vendo toda espécie de tribufu exibir metros e mais metros de pelanca, buchos e protuberâncias.

E aí, é onde reside o principal porém desta prosopopéia normativa, quem mora perto de gente que costuma praticar o nudismo intramuros, mas que deixa janelas e persianas escancaradas, fica dependendo do calibre belezurístico e da performance teatroexibitiva do outro. E como a lei de Murfy – aquela que diz que tudo de ruim que estiver para acontecer, acontecerá – não falha nessas horas...

Agora, para quem costuma abolir qualquer vestimenta dentro de casa, digo que é preciso, também, a criatura ter bastante cuidado, pois a coisa pode ser um tanto ou quanto arriscosa. O que aconteceu comigo é exemplar: Morando só, como ainda moro, andava, dentro de casa, que nem Adão no paraíso. Mesmo porque o médico havia me recomendado tal prática para, segundo ele, deixar que as coisas se desenvolvessem à la vonté e proporcionasse a perfeita circulação sanguínea, principalmente na área genésica.

No entanto, apesar dos preceitos médicos e da minha total obediência, comecei a sentir dores nas faces internas de ambos os joelhos, coisa que pensei ser alguma marmota circulatória, justamente.

Qual não foi minha surpresa quando, depois de diversos e modernos exames, onde não ficou constatado, absolutamente, nada que denotasse alguma doença, e com a análise abalizada de uma corriola de médicos especialistas amigos seus, o doutor matou a charada. O caso era o seguinte: Devido ao meu avantajado porte físico (1,93m), e como eu sou todo proporcional a esse comprimento, a cabeça do quinto membro é que, por causa do seu balançar, ao bater constantemente nos meniscos dos supracitados joelhos, estava causando aquele dolorimento na região.

Quanto ao brasileiro, não sei como reagiria a uma lei dessas. Acho melhor a gente não mexer muito no assunto, pois o país está cheio de vereador querendo mostrar serviço.

P.S.: Aberto está o precedente e quem quiser, a partir de agora, tirar alguma dúvida, receber um conselho, dispor de um assessoramento técnico, científico, físico, orgânico, sensual, sexual, etc e tal, principalmente, é só mandar-me uma missiva e eu responderei aqui mesmo neste espaço, conforme seja cada caso.

    

              * Em matéria de tal e coisa, tudo mais é assim mesmo.



Escrito por Falcão às 17h00
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BBB?

Enclausuradas. Confinadas. Emparedadas...

* Conheci uma cara tão velho, que tinha idade de ser filho da Derci Gonçalves.



Escrito por Falcão às 09h51
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ROUPA DE BAIXO

Hoje, 28 de fevereiro é o dia internacional da roupa de baixo. Nesta data tão importante para o bem-estar, o desenvolvimento e o destino da humanidade, rendo aqui minhas sinceras homenagens à minha cueca de estimação, que sempre me serviu nesses 40 e poucos anos de uso e convivência diária. Ela que aguenta, diuturnamente, trancos e solavancos, rastros e alojações, e que protege minha área de lazer com dedicação e esmero; é, para mim, mais importante que a camisa 10 de Pelé, o fardão de Paulo Coelho na academia, a sunga de crochê do deputado Gabeira, as calçolas do Michel Jackson e as cuecas para transporte de valores do PT.

* Não sei bem como, mas há tempos venho notando uma associação entre mim e eu mesmo.



Escrito por Falcão às 06h44
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DOG'S AU-AU IT'S NOT NHAC-NHAC

Este é o meu livro, que todos já estão calvos de saber, foi lançado em 2000 e já está na 5a. edição (Ô povo besta!). Agora pasmem: tem um magote de gente que ainda não sabe a verdadeira identidade deste autor que vos tecla! Por isso vai aí uma descrição minha (à moda Millôr), que está, justamente, numa das orelhas do epigrafado livro:

Marcondes Falcão Maia é pereirense porque nasceu em Pereiro, a 16 de setembro de 1957. Pereiro fica no estado do Ceará, visto que se localiza no território cearense.

Falcão é um cara grande, porque, medida a sua extensão na vertical, ou seja, dos pés à cabeça, verifica-se que não é pequeno.

Quando menino saiu de sua terra natal, não voltando até agora. Por isso mesmo não mora mais lá. Possui muitas qualidades, mas a mais importante é a principal.

Como cantor/compositor já lançou, até o momento, 8 CD's, sendo que o oitavo é o mais recente. Tem apenas um filho, o Pedro, do qual considera-se o pai.

Possui, também, apenas uma mãe, que foi justamente a mulher que o pariu. É, enfim, um sujeito de grande futuro, sendo que este se aproxima a cada dia que passa.

*Não sou contra nem a favor: o que eu quero é a minha parte.



Escrito por Falcão às 07h50
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