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Blog do Falcão


Culus ebrii non habet dominum

CULUS EBRII NON HABET DOMINUM

 Foto chupada do saite www.portalphoenix.com.br

      Com o aproximamento do maior evento esbaldeativo-etílico-festejatório-popular-esculhambático do Brasil, o famigerado carnaval, eu até poderia - no intuito de incentivar o bom funcionamento embriagativo e o melhor proceder álcool-encharcatório do folião contemporâneo -, vir a tecer aqui neste recanto bloguento, todo um modus operandi, através do qual o cachacista carnavalesco viesse a se espelhar e, assim, atuar dentro dos mais modernos preceitos biritistas que, em momices passadas, já pus em prática e me dei bem - Pelo menos, no tocante à integridade física do setor inferior traseiro da minha pessoa, mais precisamente o terminal do tubo digestivo.

     Porém, como sei que neste quesito, todos vocês, meus pinguncistas leitores, têm quase tanta tarimba quanto este locutor que vos tecla, não vou ficar desfiando loas aconselhativas. Deixo somente grafado - Em caixa alta, para melhor fixação -, o lema internacional que todo e qualquer cidadão, em processo etilítico, precisa levar em consideração, para melhor passar quando a lombra lhe obnubilar o pensamento e dificultar os movimentos. Lema este que rola desde Roma antiga e, segundo dizem, foi cunhado pelo próprio deus Baco, em pessoa:  "CULUS EBRII NON HABET DOMINUM".

     E faço mais, traduzo-o para o português "Cu de bêbado não tem dono", para o inglês "A drunkard's ass is nobody's possession", e para o tupi "Sawe'yporà rewikiwarà n'i jarì"; para o melhor entendimento de vosmicês, que não manjam muito, ou nada, da língua de Sêneca e Agripina - outra que bebia até o fiofó fazer bico, conforme me relatou o catedrático Zé Maria Crocodilo.

     E sabendo da importância do equilíbrio físico-espiritual do praticante cachacista, é que também disponibilizo o já clássico Hino Oficial da Biritagem Internacional, para que seja executado na abertura de todos os trabalhos folialcoólicos. É peça lítero-musical do mais fino senso artístico-religioso e de uma episcopalidade altamente enserida no contexto -seja ele qual for -, composta pelo grande Rui Grudi, e para a qual cometi emocionada e compenetrada interpretação, condizente com a importância da coisa.

Veja aí: ---> http://www.youtube.com/watch?v=Cozfefldzro


     LEITORAGEM

* João Paulo, Roger Cid, Rafael Henrique, Eduardo Junqueira, Gisele Azevedo, Fábio & Marcinha, Rafael Zaira, Rafael Fagundes, Juliano, Patrick, Cristovam, Flávio Souza, Costa e Carolina Pontes, deitaram e rolaram em matéria de elogios à matéria do profissional raparigueiro. Eu, alegre que só um deputado diante de uma verba pública, agradeço é muito!

* Márcio Paiva, acha que sou da mesma estirpe de um Odorico Paraguaçu, e se invoca com a minha categoria em matéria de putaria. O que eu digo, Márcio, é que o assunto é vasto mais eu tenho pano pras mangas.

* Vânia Schoen, da Europa do norte, acha que a taradice do fuleiro Berlusconi, deve-se ao uso prolongado e aprofundado do fármaco Viagra. Digo que pode até ser, mas a ordem dos tratores não altera o viaduto.

* Analu Medeiros, noticia-me ser sobrinha de Aécio Gonzaga, que estudou comigo na Escola Técnica, em Fortaleza. Pelo nome, conheço sim, porém a lataria do indivíduo foi-se da minha memória, pois já lá se vão bem uns 30 anos, ou mais.

* Edvaldo Jr., didaticamente explica o que vem a ser uma 'rapariga' e ainda enaltece as várias utilidades da epigrafada. Eu concordo e ainda arremato: "por isso arranje logo uma rapariga, antes que se apaixone por sua esposa".

* Homem Apaixonado, vem sorrateiramente me dizer que "a lua está linda!" No que eu concordei naquele instante, pois olhei pela janela e vi nosso satélico astro redondo, brilhoso e lindo que nem um tamanco.

* Mago, indaga se a locução "no alvorecer do cabaço", é a mesma coisa de "dando marca". Presentemente nem posso respostar, pois não conheço a tal "dando marca". Mas explicito que "no alvorecer do cabaço" equivale àquela fase antes do defloramento propriamente dito.

* Ismael Silveira, no embalo elogiento a esse blogueiro, aproveita pra dizer que está procurando emprego, no rádio, em Caxias-RS. E eu ajudo: se alguém tiver uma colocação laboral para o rapaz, que se acuse pelo imeio: ismaelsilveira.fm@gmail.com

* André, pergunta sobre uma música de carnaval que me ouviu cantar numa palestra na UFC-UniversidadeFederalDoCeará, no ano passado. Respondendo lhe digo que tal obra melódica é coisa ainda inédita, composta por mim e Fausto Nilo, numa mesa do Clube do Bode,  baseada em refrão de origem popular que diz: "Eu quero um cacho dos cabelos do seu c*, pra fazer uma peruca pro meu p*u que anda nu".

* Ulisses Patriota, corrige-me dizendo que não só esteve no Nordeste, em férias passadas, como também mora nele, mas precisamente na aprazível Marechal Deodoro-AL. No que eu o parabenizo pela supimpa moradia, aproveitando para mandar um abraço por trás a todos daquele recanto alagoano.

* José Pio & Vanja, suplicam encarecidamente para que eu não suma. E eu garanto: só sumirei no caso de ter que ir ao wc, ou se alguma força superior/inferior me subjugar.

* Daniel, se indigna contra a fuleiragem reinante neste país de Zé Sarney. Eu daqui me solidarizo com tal indignamento articulando agora um sonoro "VãoPraPutaQueOsPariu!", para esses cornos anti-brasileiros.

* Waldinei Braga, de Crato-CE, me faz lembrar do Cel. Eudoro, caba véi gente fina, que foi meu professor e dele também. E eu daqui mando um abraço pra todo o povo do Crato, e de quebra pra Juazeiro, Barbalha e todo o cariri cearense.

* Lorena Padilha, não só comenta sobre minha verve bloguescrevinhatória, mas ainda tece louvores sobre a atuação tuitística deste sujeito aqui. Aí, só resta quedar-me agradecido e emocionado com tamanho reconhecimento.

* Ariel Hebert, cita a música que gravei "Cabaré globalizado", de Patativa do Passaré, lembrando das peripécias de Berlusconi. Eu agradeço e peço desculpas por ter grafado (no post passado), de forma errada seu particular nome, Ariel.

* Trivelinha, manda dizer que só é corno quem sabe. E eu, dicordantemente, digo que pra ser corno basta sê-lo, e o importante é que a mulher do dito cujo saiba, juntamente com o Ricardão.

 

*Se as filas são grandes nas portas das igrejas, imagine na porta do inferno*



Escrito por Falcão às 18h23
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